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segunda-feira, outubro 26, 2009

corrigendum


A menina de porcelana pede desculpa pelo que a i., sua representante real, disse um destes dias ao almoço acerca dos intermináveis minutos de mimo-muito-mimo-e-embalo-muito-embalo no Baby Channel enquanto se olha para um peixinho paciente e se ouve uma musiquinha tra la la.
De facto, enterrou-se a si mesma e ao post do mesmo dia. porque as coisas para serem descobertas, têm que ser observadas. mas, mais que isso, tem que se ir com disponibilidade para a contemplação.

E o que acontece é que eu e o Baby Channel ainda não nos enfrentámos nesses preparos.

segunda-feira, setembro 07, 2009

impulsos


conferi o horário na internet. agarrei nas coisas e saí porta fora. 4 minutos para apanhar o autocarro. tenho tempo. chego à paragem. pergunto pelo 37, se já tinha passado. Passou sim menina, há coisa de 2 ou 3 minutos. caramba!, engulo eu. e começo: que é sempre o mesmo, que chegam a correr, que partem sem esperar, que saem sempre antes do horário, que se os conseguirmos apanhar é um milagre!

correcção nº.1: bem, até esperam... e não saem antes.

fui ver os horários, quando era o próximo. hm. o horário aqui está diferente. e, ainda por cima, hm, bate certo com o facto do autocarro já ter passado. hm... ainda por cima!, continuo a queixa, ainda por cima não actualizam os horários na internet!

engano nº.2: actualizam sim. os horários relativos ao mês de Agosto estão é um bocadinho abaixo. mas estão lá.

engulo em seco. caramba, tanta azelhice junta não pode ser só culpa minha. mas é.


(isto tudo para dizer que, futuramente, EU me vou abster de comentar política. hem? sim, de comentar política. porque
(a) chego à conclusão de que fazê-lo é pegar nas peças sempre à procura da parte rota. quando elas também têm partes íntegras - mas, isso não-in-te-res-sa. a culpa é, e terá que ser sempre, do Governo [actual]!
(b) depois, a [minha] ignorância [nestes assuntos] é uma coisa muito séria - e muito grande - para se fingir que não existe.
(c) e, depois ainda, porque por mais que tenha as minhas empatias, a emocionalidade serve para muita coisa. mas não devia servir para ludibriar escolhas que, no fundo no fundo, deviam era ser racionais. se é que querem ser justas.)