a mãe para a miúda:
-
vá anda!, se não nunca mais chegamos ao outro lado da ponte.
a miúda para a mãe:
-
e o que é que acontece se não chegarmos?
(é sempre bom saber que ainda há quem
questione as coisas. sejam elas o que forem. ou o que quer
que nos digam que elas são.)
4 comentários:
"a miúda" a presidente!
já!
se não por mais nada, pelo menos por tudo o que esta questão gera na minha cabeça.
mas a presidente? remetida para um canto da resolução de problemas, acomodada num S. Bento demasiado grande? comprada com guloseimas e livros de fazer sonhar? ludibriada pelos senhores que sabem falar e conquistar, por trás de um nariz grande? reprimida por leis e regras de protocolo? deixai-a livre, senhora, que o "tens-que" não pode fazer bem aos wanderers com mentes livres e descomprometidas...
:*
:) O problema é que desde que vivemos em sociedade nos comportamos como um cardume, sendo a nossa "inteligencia" uma inteligencia social que se limita a seguir as massas sem se questionar, isso ve-se a todos os niveis, daí haver a discriminaçao que ha, a quem seja diferente do comum,e quem determina essa forma de pensar sao os meios que chegam a toda a gente desde o pobre ao rico, tal como a televisao nos dias de hoje, ou a religiao.Parabéns pelo blog que tens :)
JFitzsimmons,
penso que sim. mas que nos comportamos assim porque somos ensinados assim - a não questionar a norma, pois questionar a norma pode levar a fissuras e desmoronamentos no sistema. e quem está seguro no sistema não quer isso. já quem não está...
de qualquer foma sou levada a crer que alguma outra forma de "inteligência" desponta espontaneamente, quando lhe é dado terreno.
infelizmente, como dizia o outro, nem toda a semente tem a sorte de ter bom solo... e tendo-o, nem sempre se desenvolve... não tem talvez outras sortes.
é complexo isto, do fenómeno social. mas não acredito na linearidade do processo.
agradeço :) és bem-vindo.
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