Ergue-se o seio materno
sobre o talhe arredondado
e logo perguntam os homens
curiosos
acerca desse tesouro
que carregas.
(sonham, murmuram. questionam a existência,
apenas)
Então tu, serena,
calas os tormentos aos homens
e, num canto suave,
embalas o ventre alvo num doce murmúrio
de mãe.
(sossegam-se os espíritos nessa esperança)
É que dentro, aninhado e ainda dormindo,
há Todo Um Mundo afinal.
(um tributo à minha soeur Diana, a deusa de uma Luna muito bonita nascida às 10.33 a.m. do dia 3 de Dezembro de 2008, com 48 cm, 2.715 Kg, e um incógnito futuro pela frente.)