quarta-feira, junho 24, 2009

estava escrito.































(imagem daqui)

pois claro que sim. então? já a Bíblia, esse livro avançadíssimo para a sua época, há uns bons aninhos previa isto: «Deixai vir a mim as criancinhas (...) » (Mt 19,13-15; Lc 18, 16).

(esperemos é que não acerte no Apocalipse.)


terça-feira, junho 16, 2009

O Quadrado da Lógica (II)


se não escorregarem na banana. reduz-se: a probabilidade de darem um tombo. reduz-se: a probabilidade de ameaçarem a integridade óssea. então reduz-se: a recorrência a serviços de radiologia. então reduz-se: o número de radiografias feitas. então reduz-se. o número de radiografias em casa. então reduz-se: a quantidade de radiografias oferecidas para reciclagem. então reduz-se: a quantidade de prata extraída. então reduz-se: a quantidade de prata à venda nos mercados internacionais. então reduzem-se: os fundos para projectos de desenvolvimento humano.

(quando virem uma casca, coragem: prego a fundo, escorreguem na banana.)

sexta-feira, junho 05, 2009

Paradoxo
















foto original: mifares


digo isto. hm, penso. rodo 180º. e aquilo? ah, aquilo! pronto, digo aquilo. hm. 90º. penso a medo: aquilo...? penso convicta: e outro?? mais 180º. ui: ...e aqueloutro? digo antes. digo depois. penso. tudo mudou. aaaaaaaaah. isto e aquilo. outro e isto. aquilo e aqueloutro. não combinam, não encaixam. aaaaaaaaah. fui eu que o disse? isto, aquilo, outro e aqueloutro? fui?, sou?, 'eu' ainda? o depois mudou o antes (e o antes mudou o depois?). o isto torna-se aquilo. o outro aqueloutro. o isto morre, sucumbe. e eu? digo aquilo. penso isto. digo isto, penso aqueloutro. não!, aaaaaaaah, nada é já o mesmo! eu aqui,

'estou além'. eu?

eu sou, só posso ser, o inverso de mim mesma.


segunda-feira, junho 01, 2009

O melhor cego.






Just sitting here and trying to decipher / What's written in Braille upon my skin / On this skin. (Regina Spektor, Braille, 11:11)

(se te for difícil ver, encerra os olhos. depois, certo que a luz cega e que as cores iludem, escuta no tacto, nos gostos, nos cheiros. escuta, cá dentro, nas vísceras, as sensações.

porque o melhor cego é aquele que não quer ver - não, não quer. e, assim, desiludido já das coisas, este cego quer apenas e afinal
sentir.)

sexta-feira, maio 22, 2009

Eleições (ganha o mote mais fatalista)


os mms, movimento mérito e sociedade, afirmam veementemente que "se nada fizermos nada acontece". parei. arregalei os olhos e pensei: serei eu capaz de parar este mundo? depois, surpreendida pelas buzinadelas, desci novamente à terra e acabei de atravessar a passadeira. balelas é o que é. e passo a desconstruir:
(a) primeiro, 'se' 'nada fizermos': difícil de definir 'nada'. mas ainda mais difícil é definir 'fazer nada'. se eu me sentar numa mesa de café e ficar a olhar para o 'nada', a pensar que estou a 'fazer nada', ainda assim estou sentado à mesa do café. e o mesmo acontece se ficar eternamente trancado na casa de banho, ou de molho na cama. feliz ou infelizmente, o simples facto de existir implica fazer algo, nem que seja atravancar.
(c) depois, 'nada acontece': hm. nada acontece?!?! mas em que mundo vive esta gente? se os acontecimentos espacio-temporais estivessem à minha espera para acontecerem, estaria já eu velha e caquética, para não dizer completamente chupada, e plenamente aborrecida por ter de andar a acompanhar o mundo há biliões de anos. não, oh senhores, quer façamos ou não, as coisas 'acontecem'. se eu me sentar no café e 'nada fizer', daí a algumas horinhas terei a senhora a dizer-me que está na hora de fechar, a desejar-me a boa noite e a tentar, contida e educadamente, pôr-me dali para fora. se eu 'nada continuar a fazer', logo logo darei azo à perda da paciência e serei a chatice da noite, o porquê de se chamar a polícia, e a estória do dia seguinte que, por certo, mudará a vida de imensa gente. e ficar na cama, por portas e travessas, vai dar ao mesmo. porquê? porque 'nada acontecer' não é uma perspectiva viável num mundo em que o relógio não pára. nem muito menos espera por aqueles que decidem parar.

(as pessoas, na procura desesperada de motes para encher a alma e a motivação às gentes, acabam por soltar frases vazias, plenas de 'nada'. como assim 'nada acontece'??? se 'nada fizermos' o que é provável é que as coisas 'não aconteçam' da forma como queríamos que acontecessem. mas, e se fizermos??? a política, e nao só, está cheia de exemplos de gente que decide, em vez de 'fazer nada', 'fazer asneira'. e de facto, infelizmente, 'algo' acontece.)

quinta-feira, maio 21, 2009

Portas


II

caminhamos. montamos a tenda. progredimos. construímos a casa. deixamos entrar. organizamos o espaço. aborrecemo-nos. saímos. voltamos a entrar. expulsamos. reorganizamos o espaço. uma, outra e outra vez. de tempos a tempos. todos os dias. que raio? olhamos para trás. sentimos a rajada na face. percebemos enfim.

(unfinished business são como portas abertas por onde entra o vento. e não há maneira de arrumar a casa. portanto, das duas uma: ou calamos o vento, ou fechamos a porta.)

 

quarta-feira, maio 20, 2009

Portas


I





















ando a bater à porta dos sonhos, e a pedir num desassossego que me deixem entrar.
- está aberta, entra!
hm.
agora que posso, agora que tenho a permissão para,
será que quero?

(irrita-me, sim irrita-me. confesso que me irrita, e Pro-Fun-Da-Men-Te!, o facto de ter-que questionar tudo. quem me vir assim, abananada pela vida, até diz que o meu problema é não saber o que quero. hm. pois.)

         
    

quarta-feira, maio 13, 2009

Desculpas


I
Tempo. 24 horas. 1440 minutos. 86400 segundos, fora as imprecisões. Tanto tempo, se formos a pensar que podemos demorar apenas uns quantos milisegundos a formar um pensamento. Não me perguntem porquê mas de facto não consigo arranjar tempo, no meio de tanto tempo, para escrever um post. Porquê?

(pronto. desculpa [esfarrapada] número 1 para não actualizar o blogue [quase] há séculos.)

II
Limites cognitivos, i.e. Burrice pura. Os posts escrevem-se quando pensamos em algo razoável (ou não) que queremos partilhar com os outros. Ora eu, sinceramente, nos últimos tempos sinto-me limitada cognitivamente para pensar, decentemente, no que quer que seja. E daí que ande a resistir à partilha de opiniões desconexas com os outros.

(desculpa número 2 para não actualizar o blogue há séculos. e também aquela que espero que explique este post…)

III
Ser livre para partilhar o vazio que habita a minha cabeça, e as ideias disconexas. E, a propósito do 25 de Abril, Liberdade é querer escrever um post e mandar tudo para o ar e escrever o post. Mas: Eu sou, supostamente, uma menina adulta e responsável (sou? hm). Não posso, sem-mais-nem-menos, deitar tudo para o ar e escrever o post (não?). Não. Raios. Pelo que me parece, a liberdade é uma função exclusiva. Isto é, ou temos a liberdade, ou temos o resto. Não podemos é ter ambos. E, visto que este mundo nos exige, a partir de uma certa idadezinha (não me perguntem é qual), umas quantas responsabilidades – que serão, infelizmente, quase a totalidade do resto – o que acontece à liberdade é triste: empurrada borda fora. Que raio de liberdade é esta que quer tudo e não nos deixa ser livres para ter o resto também? Nestes termos, a liberdade torna-se inconsistente e, por isso, uma tanga. Logo, não tenho liberdade, principalmente para escrever acerca do vazio que habita a minha cabeça, e das ideias disconexas que o tentam - impossivelmente - conectar.

(desculpa número 3, e a mais [des]idealista, para não actualizar o blogue há séculos.)


p.s.: Estou com medo, confesso. Aconteceu-me o mesmo com o Diário: de um momento para o outro pensei Já não tenho paciência para isto. E encerrei o caderno. Ou isso, ou estou numa Fase (uuuuuui!): a porcelana está a precisar de uns reparos, de uns reforçozinhos aqui e ali (fragilzinha, hem?… ui ui!). A precisar de tempo. E voltamos ao ciclo das desculpas.

quinta-feira, abril 23, 2009

O indivíduo à escala ecológica



















       
           
Ask not what's inside your head, but what your head's inside of.
(Mace, 1977)



(foto: National Geographic [Portugal], Agosto 2008, tema: "China")

quarta-feira, abril 22, 2009

O pior cego

 
Ela apoia o queixo no pulso enquanto leva aos lábios a pequena chávena de café. Depois, numa rotina de 90 minutos, pousa-a e, inevitavelmente, desfia o vazio em pensamentos.

Na TV passa o futebol. Ele, impreterivelmente, entra no jogo. Leva, de tempos a tempos, a cerveja ao goto e solta, de tempos a tempos, palavras imperceptíveis. Ela olha, imagina que sejam para ela, não são. Ele agarra o copo, sustém-se, estrebucha e, súbito!, prescinde temporariamente das imagens. Ela olha. Ele vira-se e rosna algo ao empregado – quer outra cerveja afinal. Depois, pulando o olhar dela, torna a dissipar-se dentro do ecrã.

São os 90 minutos, fora os descontos, o jogo termina. Ele levanta-se, vai pagar. Ela, enfadada, ergue os olhos e arrisca num tom amorfo: Vamos? Ele acena que sim, consente. Ela, de pernas dormentes mas habituada a ficar no banco, levanta-se com vagar, pega na mala, e sai.


(enfim. num mundo em que o tempo não sobra, pergunto-me onde vamos encontrar ‘coragem’ para aguentar estes fretes.)
       

 

segunda-feira, abril 13, 2009

São massas, meu senhor, são massas.


descobri que as hóstias, aquele pedaço de pão imaculado e entregue por uma das muitas mãos de Deus, são feitas às carradas - em massa - por meio de objectos metálicos standardizados.








































(Centro Galego de Arte Contemporânea, Agosto 2008,
Santiago de Compostela)


e confesso que me melindrou um bocadinho.

nem tem que ser lógico. não, nem tem. mas
dá-nos o homem a carne, e que fazemos nós? reproduzimo-la em formato standard para responder às exigências da procura.

pior que isto, só inseri-la no circuito da comercialização.


terça-feira, abril 07, 2009

Estrelas


A judite (de sousa) sorri. Escorre-lhe a franja pela testa sobre os olhos pestanudos. Então, numa felicidade de poder colocar em palavras suas as dúvidas da humanidade, arremessa:
- Mas o senhor professor antónio damásio, ãaa..., julga que, apesar de tudo isso que disse e de tudo o que já se conseguiu até hoje... o que é que nós nunca iremos saber?
O senhor professor antónio (damásio) abisma-se. Mas depois, certo que o mundo inteiro bebe do que irá dizer, controla-se e solta com naturalidade:
- Impossível saber o que nunca se vai saber.

(pois. acontece-me também. antes de começar qualquer coisa nova, antes de entrar, antes de ver, antes de saber como as coisas são por dentro - imperfeitinhas, incertas, e em permanente (des)construção -, acontece-me esperar que o não sejam. calculo que a ciência, quando vista de fora, também seja assim: uma espécie de certeza inabalável com métodos afinados que dão respostas precisas a todas as questões travessas.
então, quando a imprecisão dos tarôts, o enevoamento dos oráculos de bellines, a atribulação das linhas da mão - e a poluição luminosa! - nos impedem de ver as constelações estelares - e o futuro! -, o mundo redescobre a pólvora: vira-se para os neurocientistas. quer saber da "pílula da memória", da felicidade eterna, da vida com muitos dias e mordomias, se puder ser também. enfim, de mimos.
os neurocientistas é que ainda não aprenderam a lidar com tamanhas responsabilidades. por isso, desabituados que estão de 'perguntas às três pancadas', quando lhes fazem questões destas, poêm-nos com a cabeça à roda. e, inevitavelmente, a ver estrelas.)

segunda-feira, abril 06, 2009

Franqueza




















A função de muita gente na vida passa por empatar e obstruir a vida dos outros. Mas, e é coisa com piada, alguns nem tentam disfarçar.

quarta-feira, abril 01, 2009

«As palavras são pedras.»*
















(Chita. Rans, Junho 2008)


(dizem que os olhares não mentem. olhassemo-nos todos assim, para o fundo dos nossos fundos, para os fundos dos outros, e talvez nos entendêssemos muito melhor.

talvez.)


* Ferreira, V., 1994, Aparição.

terça-feira, março 31, 2009

Birras















(Guimarães, Julho 2008)


(ando a deixar o blog de parte. deixo-o sossegadito no seu canto, a girar sobre si próprio. ele chora e eu ignoro. ele grita e eu ignoro. ele faz birra, pede atenção, e eu, impassível, viro a face. mas custa. só que, dizem os mais experientes, os meninos para crescerem fortes têm que ser volta-e-meia ignorados. isto, ou coisa que o valha.
enfim, ignorar. até pode ser desculpa. mas eu, de qualquer forma, também nunca consegui fazer grande coisa ao mesmo tempo. por isso, tenho-me desviado para as outras fixações. digo-o até sem grande vergonha: eu, ultimamente, deixo o menino num canto, e ando às voltas com a vida.)

sexta-feira, março 27, 2009

Ciclos


«Dan: Everybody wants to be happy.
Larry: Depressives don't. They want to be unhappy to confirm they're depressed. If they were happy they couldn't be depressed anymore. They'd have to go out into the world and live. Which can be depressing.»

[Mike Nichols, Closer, 2004]


(vícios, hábitos, fugas. o que lhe quiserem chamar. a verdade é que se põe a vida a passar por um filtro mel-oh-dramático. e tudo ganha um sentido: a culpa é nossa, merecemos sofrer. Ou então: a vida é injusta, e é, e nós não merecemos sofrer. mas sofremos. somos então mártires. e merecemos um céu.)

(a depressão intriga-me. é também uma questão de força de vontade, ou não podemos mesmo lutar contra a biologia? Ou ainda, apesar de tudo o que perdemos, o que é que nos faz manter a depressão?)

terça-feira, março 24, 2009

Shining
















 (os meus sapatinhos)



Eu olho. Vejo aquele casaco colorido sarapintado peludo e moderno. E penso Que raio? Torno a olhar. Ups. Abruptamente, desvio os olhos para o tecto. Espreito. Mas porque raio veste ela aquilo (para além do facto de ter uma ‘etiqueta’ com trademark)? Será que gosta? Não pode. Gosta?, Mesmo? Hm. Viro, e reviro os olhos. Desfaleço.

(o mundo visto de fora, de facto, não tem nada a ver. só mesmo quando calçamos-os-sapatos-dos outros percebemos que, depois de nos habituarmos, diferenciar as coisas passa a não ser assim tão fácil.
fora isto, a take-home message é que: usar coisas fundamentalmente ‘foleiras’ até dá um certo gozo. quanto mais não seja pela reacção que provoca nos outros.)

sexta-feira, março 20, 2009

Hábitos


Tenho uma amiga que não gosta de pobres. E diz-mo assim, chapado, Que não gosta de pobres, Que são ingratos.

(admiro-lhe a sinceridade. somos exageradamente embutidos de desiderabilidade social)

Penso nisto. Andamos tantos dias entretidos connosco próprios, que se torna inevitável não conseguir fugir à rotina. Então, cansados de tanta auto-contemplação, rebelamo-nos e decidimos fazer algo-verdadeiramente-diferente: olha, hoje vou dar existência ao outro! E, zás, deixamo-nos abalroar pelo altruísmo. É verdade! Inunda-nos então essa onda de bem, esse estado que nos faz querer melhor para o outro, para o próximo, do que para nós mesmos. Afinal, é tão-bonito dar. Dar o que nos sobra, o que temos a mais em casa. Dar até o que o nosso dinheiro pode comprar. Dar. Ao outro que não tem, ao outro que não pode.

Vestimos então, plenamente motivados, o hábito de monge bom-samaritano. E, de facto, damos. Damos de sorriso na face, emocionados com esse gesto de dar. Percorremos as ruas, ou as saídas das missas, e acabamos a saltitar nos bicos dos pés, tal bailarinas apaixonadas. Porque demos! E recebemos até um conjunto de graciosidades para galardoar o gesto! E tivemos até benefícios fiscais!
Então, reforçados, prosseguimos no dar. Entregamos benevolamente o pão, e o sorriso, esperando implicitamente o “obrigado”. Mas, subita e inesperadamente, ui!, eis que temos um outlier! E, em vez do galardão, sai-nos o rugido.

Penso. De onde nos vem a ideia de que os pobres têm-que-ser “gratos” (que os cegos têm que ser “bons”?). Penso, e acabo a desconfiar que deve vir do mesmo sítio que nos enfia a ideia que os-que-dão são sempre humildes, e que não vestem o hábito.


(três coisinhas: (a) aprendemos a esperar o reforço, ou está-nos “no sangue” essa esperança? (b) somos, de facto, criaturas de hábitos. e até dá jeitinho sê-lo. compomos o gesto, enfiamo-lo no calendário, e pronto. temos o céu guardado. (c) mas as rotinas também são lixados. porque, por meio de automatismos, as coisas acabam por perder o significado.
fácil é habituarmo-nos a dar, a dar o que temos, e o que temos possibilidade de ter. mas desconfio que o difícil vai mais além: deixar de dar o resto para se dar a si mesmo.)

quinta-feira, março 19, 2009

The knack
















(Antigo lagar do azeite, aldeia de Espinho, Miranda do Corvo, Março 2009)         



temos que pensar pensar pensar. se pensarmos nas coisas somos capazes de fazer.nunca devemos considerar que não somos capazes de fazer porque é um erro somos sempre competentes e é assim que temos que pensar.


(um tributo ao meu pai: menino, homem, marido, companheiro, educador, sapateiro, electricista, agricultor, mecânico, and so-on-so-on-so-on. enfim, um verdadeiro engenhocas.)

quarta-feira, março 18, 2009

«Hoje [já] é o dia.»





So fathers be good to your daughters
Daughters will love like you do (...)

On behalf of every man
Looking out for every girl
You are the god and the weight of her world

So fathers be good to your daughters
Daughters will love like you do
Girls become lovers who turn into mothers
So mothers be good to your daughters, too


(porque isto de se ser pai começa-se do início, desde o ventre. desde o ventre em que cresce o filho, desde o ventre em que cresceu o pai. desde o ventre primeiro, até. ser pai começou ontem, na preparação. e, como diz o ditado, falhar na preparação é preparar-se para falhar.)



música: Cat Stevens, Father and Son, from Tea for the Tillerman, 1970;
letra: John Mayer, Daughters, from Heavier Things, 2003