o John Kheir deu um bom exemplo. é pegar nelas com muita força de braços, e usá-las como motores para a vitória posterior. tivéssemos todos esta gana.
(ainda a propósito disto, mas muito mais além.)
"The range of what we think and do is limited by what we fail to notice. And because we fail to notice that we fail to notice there is little we can do to change until we notice how failing to notice shapes our thoughts and deeds." (Ronald D. Laing)
Mudando radicalmente de assunto. O meu lado emotivo diz-me para vibrar com os golos, o lado racional (o mesmo que não me deixou gritar e saltar quando consegui a bolsa, o mesmo que me estancou a reacção efusiva quando entrei no curso que queria e no sítio onde queria, o mesmo que não me deixa dar gargalhadas sonoras em filmes básicos, o mesmo que me faz ponderar sobre alguma aparente graça do destino, o mesmo que me faz parecer adulta quando o nome que eu dou a isso é velhice precoce.), este lado racional diz-me que é tudo uma cangalhada e que o que vale a pena é desesperarmos com este país (e com este mundo!) que nos devora sorrateiramente.
Deixar que os golos me preencham. Pensar que é tudo um engodo. Eu até acho que agora consigo ver por detrás das coisas! Devo dizer que, geralmente, o meu lado racional controla o jogo. E acaba por ganhar. Quem perde sou eu.