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terça-feira, novembro 29, 2011

"Porque o único sentido oculto das cousas É elas não terem sentido oculto nenhum." (i)

                             


Rambo III (1988), Peter MacDonald.



         
           
(o complexo - a sério mesmo - é resistir a ver o que não se vê, e deixar aparecer o que está à vista.)
         
                   

quinta-feira, agosto 04, 2011

porque as coisas, às vezes, têm um sentido.



"My daddy left home when I was three
And he didn't leave much to ma and me
Just this old guitar and an empty bottle of booze.
Now, I don't blame him cause he run and hid
But the meanest thing that he ever did
Was before he left, he went and named me "Sue."

Well, he must o' thought that is quite a joke
And it got a lot of laughs from a' lots of folk,
It seems I had to fight my whole life through.
(...)
I tell ya, life ain't easy for a boy named "Sue."

Well, I grew up quick and I grew up mean,
(...)
But I made a vow to the moon and stars
That I'd search the honky-tonks and bars
And kill that man who gave me that awful name.
(...)
At an old saloon on a street of mud,
There at a table, dealing stud,
Sat the dirty, mangy dog that named me "Sue."
(...)
I looked at him and my blood ran cold
And I said: "My name is 'Sue!' How do you do!
Now your gonna die!!"

Well, I hit him hard right between the eyes
(...)
And he said: "Son, this world is rough
And if a man's gonna make it, he's gotta be tough
And I knew I wouldn't be there to help ya along.
So I give ya that name and I said goodbye
I knew you'd have to get tough or die
And it's the name that helped to make you strong."

He said: "Now you just fought one hell of a fight
And I know you hate me, and you got the right
To kill me now, and I wouldn't blame you if you do.
But ya ought to thank me, before I die,
For the gravel in ya guts and the spit in ya eye
Cause I'm the son-of-a-bitch that named you "Sue.'"
(...)"



(se aceitarmos as coisa à partida, olhando-as lineares e axiomáticas, nunca saberemos como afinal poderiam ter sido.)



sábado, fevereiro 26, 2011

deep inside


"Ondanks alles, geloof ik dat de mensen een goed hart hebben."
("Apesar de tudo, acredito que as pessoas têm bom coração"; Anne Frank, 15 Julho, 1944)


me too. but damn if you don't have to dig.


sexta-feira, maio 21, 2010

prime number

    
quando achas que não tens lógica nenhuma.
e, afinal, até te acham uma.
           
             


sábado, maio 08, 2010

homónimos perfeitos (I)



passa o pai com o filho na idade de perguntar.
ouve-se o pai:
- o que é o grelo...? hh... o grelo é uma fita...

o miúdo escuta, quer saber. eu também: DE ONDE RAIO vem a pergunta! ah... afinal é a Queima. e o seu profundo sentido das coisas.




















domingo, dezembro 20, 2009

de profundis





se não o podes vencer, grita(-lhe).


(abrir escancaradamente a goela. dá para vencer o frio, e vamos a acreditar que também outras complicações. é meter tudo cá para fora, regurgitar. porque as coisas, às vezes, não têm que vir com sentido.)


terça-feira, novembro 03, 2009

diz-me tu
















(Coimbra, Portugal)


(estava para aqui a pensar se ía dar uma resposta profundamente filosófica carregada de tragicidade individual, ou se ía simplesmente responder uma coisa concreta.)


terça-feira, setembro 22, 2009

'tirar' o sumo, e não 'o leite, das pedras'.




















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não sei se eles quiseram dizer exactamente o que me passou pela cabeça que eles pudessem querer dizer, nem sei porque raio iriam eles querer dizer o que eu acho e me parece que eles até quiseram dizer, mas vamos supor que eles nem quiseram dizer o que eu acho e suponho e acredito até que eles quisessem dizer porque, de facto, nem sei o que é que isso teria a ver com goiaba, ou mais a mais, com fruta. ou espremendo bem o assunto, com o néctar das coisas. nem sei porque é que a goiaba, filha do Brasiu e numa aparente historinha de amor, quereria pertencer à nossa selecção nacional de frutas. quer? mesmo? hm. enfim, alguma razão deve haver.