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terça-feira, outubro 01, 2013

virar o disco e não tocar o mesmo

        
"I don't understand why Europeans and South Americans can take more sophistication. Why is it that Americans need to hear their happiness major and their tragedy minor, and as jazzy as they can handle is a seventh chord? Are they not experiencing complex emotions?" (Joni Mitchell)


sofisticados? nós? a sério?! porque tenho a mesma questão: mas não há condescendência com a complexidade? não há pensamento independentemente dos lados de uma barricada?! 

ui, parece que há: ao invés de serem os "independentes" a moldarem-se à forma da caixa dos partidos, passam os partidos a apoiar os independentes. a sério?! não pode. basicamente, é pegar no disco e tocá-lo ao contrário (que é o mesmo que dizer: umas vezes corre bem, outras nem tanto).

não sei se é uma sofisticação, mas quero acreditar que é, pelo menos, uma inovação. quase quase como passar de procariontes a eucariontes! oba.

(evolução: nos aguardji!)
     
        
        

sexta-feira, abril 15, 2011

os fabulosos anos 80




(Essa Entente, Dança Nua, 1989)


"... quer levar-me mas eu não vou ficar
Apenas vou sorrir, passar..."

(por mais cruas que sejam as coisas, tenho sempre saudades destes anos.)


segunda-feira, outubro 19, 2009

ideias



















«... I opened up a sealed envelope
And it contains an eternity of memories that I never experienced,
(...)
It feels like all of the accomplishes means nothing,
Feels like my whole existence and history
Is being erased.
(...)
You know, I had a plan that involved getting on with my life...»*


(... vamos ver se é uma boa ideia.)





(*Jens Lekman, um rapazinho simpático a declamar o How much you mean to me. Também aqui, e aqui vale a pena.)