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terça-feira, dezembro 27, 2011

caixinhas de música

    
penso que nós somos mais ou menos assim. pomo-nos a correr e a saltar e a dançar assim que nos dão corda. mas à medida que o tempo passa, o entusiasmo vai diminuindo, a energia baixando, e a dança ficando mais lenta. e para voltar a dançar, precisamos mesmo que nos dêem corda outra vez (se o estado do manípulo ainda o permitir). 
então saltamos corremos e dançamos, como se não houvesse depois. até que... pac!, subitamente paramos. que se passou? batem-nos no peito numa tentativa de reanimação, abanam-nos a tentar avivar o sangue nas veias. nada! oh vá lá. então plaf!, plim plim plam plim tlim plim tlam plim, voltamos à dança! 
ufa, afinal estávamos só encravados...

(impossível saber quando vamos parar. por isso, concentremo-nos na dança.

BOM ANO! :) )

       

segunda-feira, junho 13, 2011

Papillon (ii), Ou Banhinhas e celulite e.


daqui


(tantas as vezes que valorizamos as coisas pequenininhas. e quando perdemos as maiores
é que percebemos a relatividade das coisas.)


terça-feira, maio 31, 2011

descobertas (ii)




let the youth be young.


because if
you don't let the youth discover its youth, the older people will be too young, and
the young will become too old.



(we cannot teach, we cannot avoid, we cannot prevent the loss of innocence. but
there's a time for each
step, for each
movement, within a
dance.)



*Tranzträume, Rainer Hoffmann, Anne Linsel (2010)